domingo, 28 de fevereiro de 2016

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Harry Potter e a Pedra Filosofal

E aí, mergulhadores!

Eu sou do tipo de leitor que costuma variar nos mergulhos. Basta fazer um passeio pelo blog e conferir as postagens para confirmar o que estou dizendo. Considerando isto, a minha nova empreitada foi o tão famoso Harry Potter.

Lembro de que assisti ao primeiro filme (e gostei) na casa de um amigo, quando era criança. E parou por ali. Não cresci acompanhando os outros filmes, o que pode ter contribuído para que eu não virasse fã da série. Só agora eu bati o pé e resolvi começar a ler os livros. Não sei quanto tempo vou levar, mas pelo menos o primeiro já foi J! Eu também não me lembrava de quase nada da história que inicia a saga, então muita coisa foi “nova” para mim.

Achei melhor não seguir o modelo tradicional de resenhas aqui do blog, portanto, separei alguns tópicos para falar minhas impressões da obra. Não quero arranjar nenhuma briga com fãs, por favor. Só peço que entendam o ponto de vista de alguém que está entrando agora “de gaiato no navio”.

Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Autor(a): J. K. Rowling

Ano de lançamento: 2000

Editora: Rocco

Nº de páginas: 224


Gata borralheira: A fórmula funcionou muito bem. Harry Potter é um menino órfão que sofre nas mãos dos tios e do primo. Fica difícil não torcer por um garoto que tem os óculos remendados, usa roupas velhas e dorme num cantinho apertado, debaixo de uma escada. E o que falar da cicatriz na testa?   

Rony e Hermione: A história ganha uma nova vida quando Harry se junta a eles. Rony é desajeitado, mas é um personagem carismático. Já Hermione tem uma personalidade que eu não aprovo. Ela é exibida e intrometida demais. Além disso, fala pelos cotovelos. Sei que os fãs a adoram, porém, ela não me conquistou ainda. Espero mais humildade da parte dela no restante da série.

Diretores: Cada uma das casas tem o seu diretor responsável, que pode tirar e acrescentar pontos de qualquer aluno. Os critérios não são consistentes e a parcialidade deles chega a ser cômica. Seria mais justo e coerente que só ensinassem os alunos de suas respectivas casas, não precisando avaliar os demais.

Contagem de pontos: Foi a parte que mais me incomodou. Como eu disse no tópico anterior, tudo é muito subjetivo. Acaba ficando claro o desejo de beneficiar determinada casa com a repartição de pontos desregrada.

Sonserina: Eu queria ter tido a chance de “escolher” se iria gostar ou não desta casa. Achei que me empurraram goela abaixo que a Sonserina é 100% do mal e que eu teria que odiá-la por isso. Alguns trechos soaram bem forçados para delimitar o lado dos mocinhos e o dos vilões.  

Corvinal e Lufa-Lufa: Ainda não identifiquei a função destas duas casas na trama. Espero que ganhem espaço nos próximos livros, até para justificar a existência delas. Parece que ambas foram inventadas para que o enredo não ficasse tão simples, como uma luta entre o bem (Grifinória) e o mal (Sonserina). Estou criando expectativas para ver estas casas desencantarem mais adiante.

Narrativa: A história é contada de forma bem objetiva. A escrita é simples e acessível. Dá para entender porque muitas pessoas começaram a se interessar pela leitura a partir de Harry Potter.

Criatividade: Os aplausos vão para a criatividade de J. K. Rowling, que criou um mundo fictício rico em detalhes. O primeiro livro serviu para apresentar aos leitores um universo de magia que pode render muito mais nos próximos volumes.

Final: Como eu disse antes, não me lembrava de muita coisa do filme, então o desfecho me surpreendeu. Gostei de ser enganado, assim como Harry também foi.


domingo, 14 de fevereiro de 2016

TOP 7 - Coisas de novela

Olá, mergulhadores!

No post de hoje, vou falar sobre algumas coisas que acontecem nas novelas. Deixem nos comentários outras sugestões.


1 – Ninguém fala preços em voz alta


Vocês já repararam que os personagens não revelam os preços das coisas? Pois é. Sempre que alguém pergunta quanto custa algo, a resposta é dada por escrito. Geralmente, a pessoa que recebe o papel fica espantada com o valor. Enquanto isso, o público fica só na lembrança.

2 – Pronunciar o que está digitando


A cena ficaria bem esquisita se a câmera focasse na tela do computador enquanto o personagem só digita. Isso sem falar que parte do público não conseguiria acompanhar a mensagem. Qual é a solução? O personagem pronuncia em voz alta, de forma pausada, cada palavra que está digitando. O recurso é didático e curioso.

3 – A arte de espionar sem ser visto


Em todas as novelas têm aquela cena em que um personagem aparece ouvindo uma conversa atrás da porta. O problema é que a posição para isso não é nada discreta. Fica sempre um personagem de frente para o espião, mas, inexplicavelmente, o flagra nunca (ou quase nunca) acontece. 

4 – Desperdício de comida


As refeições das novelas são de dar água na boca. A mesa dos núcleos ricos é uma fartura só. Os personagens sentam, conversam por alguns segundos, depois saem dizendo que estão atrasados para algum compromisso ou simplesmente perdem o apetite. A situação é pior quando os personagens estão em um bar ou lanchonete. Eles pagam pela comida e acabam deixando tudo em cima do balcão.

Outros mergulhos interessantes:


5 – Atender o celular em tempo recorde


Muitas vezes, fazer uma ligação é um verdadeiro teste de paciência, principalmente porque nossas operadoras não ajudam. Mas vocês já notaram como isso é fácil nas novelas? O personagem tira o celular do bolso, dá um simples toque na tela, leva ao ouvido e a pessoa do outro lado já atende. Seria mais realista se ficasse alguns segundos em silêncio, porque do jeito que eles mostram, não dá para acreditar que o telefone tocou pelo menos uma vez.

6 – Ninguém se importa com bafo


O amor dos casais de novelas passa por cima de várias coisas, até mesmo do bafo matinal. É muito romântico ver o casal acordando, aquele sorriso no rosto, café da manhã na cama, beijos e mais beijos. Será que todo mundo acorda com hálito de Listerine? É algo a se pensar. Vai ver é isso que fortalece o relacionamento.

7 – Papo cabeça consigo mesmo


Deixei este para o final porque realmente existe gente que conversa sozinha. Nas novelas, isso é bem comum, principalmente nos dramalhões mexicanos. A pessoa para, fica olhando para um ponto específico, uma fotografia ou qualquer outro objeto e começa a falar. Faz perguntas que ela mesma responde em seguida, promete algo ou revela qual será sua próxima ação. Não deixa de ser estranho, não é?


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

#Resenha: "Fortaleza Digital"

Título: Fortaleza Digital

Autor: Dan Brown

Ano de lançamento: 2005

Editora: Sextante

Nº de páginas: 330



# A história

A Agência de Segurança Nacional (NSA) recorre à Susan Fletcher, chefe do Departamento de Criptografia, quando o computador TRANSLTR, programado para decifrar qualquer código, se depara com um código misterioso que não pode ser quebrado.

A NSA é responsável por monitorar as comunicações de todo o planeta e proteger informações do governo dos Estados Unidos. Agora, Susan descobre que a organização se tornou refém de Ensei Tankado, um gênio da computação.

Para proteger os serviços de inteligência de seu país, a própria vida e a do homem que ama, a bela criptógrafa se envolve em um jogo perigoso, cujas regras não estão bem definidas.

# Opinião

A fórmula de Dan Brown, que tanto me cativou nos livros Anjos e Demônios e O Código da Vinci, também está presente em Fortaleza Digital. Estou falando da teia que envolve ação, suspense, enigmas complexos e muito mais.

A trama se desenvolve em um estilo parecido com os dos outros livros citados. Em todos eles, os protagonistas buscam alguma coisa (e/ou alguém). É uma busca eletrizante. Uma corrida contra o relógio. A narrativa é extremamente ágil e segue por dois caminhos. Acompanhamos os passos do casal protagonista, que estão em lugares diferentes, através de capítulos intercalados. O autor conduz a história assim e as duas partes se cruzam lá na frente.

Tive uma primeira impressão pessimista quando li a sinopse, pois sabia que encontraria dificuldades por conta do tema do livro. De fato, não achei a leitura fácil. Acontece que há várias expressões do mundo da computação e que não são comuns para mim.

No entanto, não estou apontando isso como um ponto falho da obra. Toda a movimentação da história, os personagens bem construídos, as reviravoltas e a escrita envolvente do autor, conseguiram se adequar ao meu “analfabetismo” com relação ao complexo mundo da informática.

Já pertinho do final, achei uma coisa bem frustrante. Foi na parte em que os personagens precisavam desvendar um código. Tinham que usar o raciocínio e o tempo era curto. Na minha opinião, a charada estava muito óbvia, mas eles perderam muito tempo pensando em teorias malucas e ignoraram o que estava na cara deles. Senti um pouco de raiva porque, até ali, todos tinham se mostrado bastante inteligentes. Na hora, eu pensei: essa gente ficou burra de uma hora para outra, ou Dan Brown forçou a barra para tornar tudo mais dramático?

Tirando essa parte, o mergulho terminou com saldo positivo. Conseguiu me prender e me inquietar. Não deixem de ler!


domingo, 7 de fevereiro de 2016

#EXTRAORDINÁRIO: "O capítulo do Julian"


Título: O capítulo do Julian

Autor(a): R. J. Palacio

Ano de lançamento: 2014

Editora: Intrínseca

Nº de páginas: 96



Olá, mergulhadores!

Depois das postagens sobre Extraordinário e Plutão, chegou a hora de postar sobre O capítulo do Julian, mais uma história de R. J. Palacio.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

#EXTRAORDINÁRIO: "Plutão"


Título: Plutão

Autor(a): R. J. Palacio

Ano de lançamento: 2015

Editora: Intrínseca

Nº de páginas: 90



Olá, mergulhadores!

Quem aí já leu Extraordinário, romance da autora R. J. Palacio? Eu já li e recomendo. Cliquem aqui se quiserem ler a resenha.